Arquivo da categoria: Política

Mais luzes das estrelas, menos poluição luminosa

Queremos ver mais estrelas e desperdiçar menos energia elétrica.

Veja o vídeo abaixo com imagens de satélites. [editado por J Richards]. As luzes das cidades estão chegando ao espaço. Pra quê? Além de muitos recursos desperdiçados, as noites das cidades ficam poluídas e não podemos ver as luzes das estrelas.

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Reproduzo abaixo o excelente artigo:

O direito à escuridão noturna

Combater a poluição luminosa ― um malefício para a economia, o ambiente e a astrofísica― é mais simples do que se pensa

Augusto Damineli Edição Online – 15/06/2009

© C. Mayhew & R. Simmon (NASA/GSFC), NOAA/ NGDC, DMSP Digital Archive

A poluição luminosa tem sido negligenciada pelo poder público e pelos ambientalistas. Os astrônomos têm lutado contra ela há mais de um século, sem muito sucesso. Ela traz 3 malefícios: desperdício econômico, impacto negativo sobre a fauna noturna e apagamento dos astros. Seu combate é mais simples do que para os outros tipos de poluição.

As fotos de satélites (ao lado) mostram manchas luminosas que definem perfeitamente as zonas urbanas, indicando que parte significativa da luz noturna é lançada acima do horizonte. As avaliações feitas nos Estados Unidos contabilizam que 30%  da iluminação pública é desperdiçada dessa forma, num montante de US$ 2 bilhões anuais. Esse padrão se repete em todo o resto do globo terrestre, resultando em dezenas de bilhões de dólares literalmente jogados ao espaço. Só esse fato mereceria uma racionalização da iluminação pública. Mas existem outras razões importantes: ninguém ganha nada com esse desperdício, o contribuinte paga a conta em dinheiro, o meio ambiente perde muitas vidas e nós perdemos o acesso a incríveis laboratórios de física disponíveis no Universo.

O remédio é simples: iluminar só onde é necessário para movimentação noturna. A luz que escapa na linha do horizonte ou acima dele traz dois problemas. Além de gerar uma conta a ser paga pelo contribuinte, ofusca os transeuntes, diminuindo a visibilidade dos alvos que se queria iluminar. Direcionar a luz para o chão num ângulo adequado permitiria visualizar bem o ambiente com lâmpadas de potência muito menor.  Para a iluminação pública, existe um tipo de luminária desenhada para isso, a full cutoff, que, infelizmente ainda não é usada amplamente. Um tipo muito utilizado traz a lâmpada encapsulada num recipiente de alumínio, coberta por um vidro prismático, que refrata a luz para ângulos muito abertos, de modo que parte da luz atinge a linha do horizonte. Existem formatos muitos piores em que a luz é lançada em todas as direções. Na figura apresentamos os 4 tipos básicos:

Uma boa política de iluminação pública seria parar de instalar luminárias inadequadas, usando sempre as full cutoff, substituir as péssimas e corrigir as ruins. A correção pode ser bastante simples, usando uma cinta de alumínio de 12 centímetros na borda inferior da luminária, como demonstrado pelo astrônomo amador José Carlos Diniz em sua casa de campo num  condomínio em Nova Friburgo (RJ), reposicionando o braço de sustentação da luminára para um ângulo mais próximo da horizontal.

Não é raro ver luminárias com arquitetura correta, mas colocadas em postes muito altos, iluminando a copa das árvores. Um triplo problema: prejudicar os seres que habitam essas árvores, deixar de iluminar os cidadãos que transitam debaixo delas e gerar uma conta que estamos pagando. Algumas lâmpadas emitem um espectro luminoso inadequado, como as de mercúrio, que têm uma linha espectral na faixa violeta quase invisível ao olho humano, mas que atrai fortemente pernilongos e outros insetos.

No caso do céu noturno, há uma contradição: o mesmo progresso que possibilita a detecção de astros cada vez mais fracos ilumina o fundo do céu e impede que eles sejam acessados. Cerca de um quarto da humanidade já não vê mais a Via Láctea. Ela é um patrimônio da humanidade e precisa ser preservada para a posteridade. Em alguns lugares, como no Chile, o astroturismo atrai visitantes de todo o mundo. Além desse país, os Estados Unidos, a Espanha, a Itália e a República Tcheca adotam normas de controle de poluição luminosa. No hemisfério Sul, a Via Láctea é um espetáculo sem igual nas noites de inverno. A rede de pesquisadores e astrônomos amadores que promove o Ano Internacional da Astrofísica 2009 está promovendo maratonas de observação da Via Láctea e avaliação, pela população, do impacto da poluição luminosa. Para conhecer as atividades desse programa, visite o site www.astronomia2009.org.br . Nas férias de julho, as noites sem luar são especialmente favoráveis à observação da Via Láctea, pois muitas crianças vão para locais fora das grandes cidades. Só falta os adultos fazerem seu papel e as convidarem para contemplar esse magnífico espetáculo.

A iluminação irracional causa baixas na fauna noturna. Uma grande parte das espécies se adaptou à escuridão e necessita dela para se alimentar, se acasalar e se movimentar. A claridade produzida pela iluminação de monumentos públicos e plataformas de petróleo desorienta as aves migratórias. Insetos das florestas são atraídos para ambientes urbanos, morrendo aos montes ou se adaptando e passando a se alimentar das pessoas, transmitindo doenças. Nossos próprios antepassados mamíferos eram animais noturnos, no tempo dos dinossauros, usando o manto protetor da escuridão para se proteger dos predadores. A iluminação noturna invade esse ambiente e desaloja seus habitantes de modo análogo à derrubada das florestas.

No ritmo em que a iluminação irracional cresce, em pouco tempo não haverá mais noite escura na Terra. Isso será uma transgressão irreparável ao direito das espécies que se adaptaram à escuridão noturna e dos cidadãos que se dedicam a estudar e a contemplar o céu. Participe das atividades na “Maratona da Via Láctea”, centradas na fase de lua nova, nos meses de junho, julho, agosto e setembro.

Como você vê a Via Láctea na sua cidade?

Para mais informações:

Rede AIA2009
Dark Skies Awareness (IYA2009)
International Dark-Sky Association
Excelentes reportagens  na revista National Geographic
Cerro Tololo Interamerican Observatory
Odilon Simões Corrêa:
Roberto Silvestre
José Carlos Diniz

Olimpíadas e Desafios na Escola

Quem não viu, pode ver e se emocionar. Quem viu, pode rever e se emocionar.

Ricardo Oliveira da Silva mora em Várzea Alegre, no Ceará. Ele é paraplégico, mas superou muitas dificuldades e conseguiu ser bicampeão na Olimpíada Nacional de Matemática. Vejam a matéria do Fantástico:

Sabemos que o sucesso em qualquer empreendimento difícil envolve, em média:

  • 70% de transpiração
  • 29% de apoio e formação
  • 1% de inspiração

As iniciativas do tipo Olimpíadas são estimulantes para o ambiente escolar.

Na mesma direção, temos o projeto do Grande Desafio:

O Grande Desafio é uma atividade da Oficina Desafio, formulada por uma equipe de cientistas e educadores da Unicamp através do Museu Exploratório de Ciências. Nosso objetivo é incentivar os participantes a colocarem em prática, de maneira lúdica, conhecimentos apreendidos na escola e no cotidiano, visando o crescimento pessoal e intelectual dos mesmos.

Os jovens desafiados devem trabalhar em equipes, por um período de meses, projetando, construindo e operando um equipamento que possa realizar o desfio proposto.

As soluções são abertas, portanto, as equipes podem, e devem, criar à vontade. Cada equipe deverá ter entre dois e seis participantes que podem ser estudantes de qualquer série, escola ou cidade do país.

Os vencedores do último Grande Desafio deram nome a um asteróide, agora chamado Ourinhos. Vejam matéria no portal da prefeitura da cidade.

vencedores do grande desafio 2007

O nosso sistema de ensino não é bom em média, mas há vários exemplos de superação e vitória tanto entre alunos quanto professores.

Eclipse da Lua e passagem (explosão) do USA193

Lua VermelhaEsta noite de quarta-feira 20/Fev/2008, a partir das 21h35m (horário de Brasília) teremos um eclipse lunar (Lua entra na sombra da Terra). Veja mais informações no Física na Veia.

A Lua vai começar a se avermelhar ou ficar amarronzada às 22h43m. O espetáculo tem vários momentos, todos bem suaves e graduais vai terminar na madrugada da quinta-feira às 02h09m. UPDATE: Pessoalmente só vi nuvens e chuva. De novo. Vivam as telecomunicações e a internet para ver o que os outros viram. Que inveja!

Assim, se você estiver animado ou acordado para ver outro satélite, não na sua glória como a Lua mas sim na sua decadência, agora literal, mas desde a sua concepção, moral, veja o satélite espião que está gradativamente caindo. Em um ano caiu de 360 km para 247 km de altura.
satelite em queda

Para a região metropolitana de Campinas ele vai ser visível a olho nú (se não tiver nuvens) por um breve momento às 04h14m olhando ao leste. Ele passa rápido e tem a aparência de um ponto luminoso quando o Sol incidir sobre ele. Veja mais detalhes no Física na Veia ou informações em tempo real no site Heavens Above. Espero que não caia na cabeça de ninguém. UPDATE: A marinha americana explodiu o satélite USA193 com um míssel em torno da 01h30m desta quinta-feira.

satelite usa193

Ensino Fundamental: Diagnósticos tristes

Apresento dois diagnósticos sombrios do nível do ensino fundamental no Brasil: A prova internacional PISA e a avaliação de capacitação de professores de uma cidade em São Paulo.

logo pisa 2006A PISA 2006 comparou o rendimento de jovens de 15 anos de 57 países em Ciências, Matemática e Leitura (normalizado pelo rendimento de ciências). O Brasil conquistou uma posição entre o quinquagésimo e o quinquagésimo quarto (com 95% de confiança). Isto é, somos os penúltimos empatados estatisticamente: Indonesia, Argentina, Brazil, Colômbia, Tunísia e Azerbaijão. Só vencemos o Quatar e o Kyrgyzstão.

Veja a tabela completa em grupos de colocação estatística semelhantes (nomes dos países em inglês):

  1. Finland.
  2. Hong Kong-China.
  3. Canada, Chinese Taipei, Estonia, Japan, New Zealand, Australia, Netherlands e Liechtenstein.
  4. Korea, Slovenia, Germany, United Kingdom, Czech Republic, Switzerland, Macao-China, Austria e Belgium.
  5. Ireland, Hungary, Sweden, Poland, Denmark e France.
  6. Croatia, Iceland, Latvia, United States, Slovak Republic, Spain, Lithuania, Norway e Luxembourg.
  7. Russian Federation, Italy, Portugal e Greece.
  8. Israel.
  9. Chile, Serbia, Bulgaria e Uruguay.
  10. Turkey, Jordan, Thailand, Romania e Montenegro.
  11. Mexico.
  12. Indonesia, Argentina, Brazil, Colombia, Tunisia e Azerbaijan.
  13. Qatar e Kyrgyzstan.

O outro diagnóstico é um relatório-desabafo de uma colega após um breve curso de capacitação de matemática para professores em um município em São Paulo (nomes estão omitidos).

Parte positiva: muito boa a iniciativa da secretaria de educação do municipio em oferecer cursos de capacitação a seus professores.

Pontos negativos:

Em primeiro lugar, classes enormes, professores desmotivados. O que fazer?

Vejam o nosso curso de especialização para professores de primeira a quarta series tem 360 horas, dividido em módulos. Com 27 horas quase nada podemos fazer.

Outro grande problema é que muitos professores não entenderam o nosso papel na sala de aula, como professor. Simplesmente eles entravam e se comportavam como se estivessem num sala de estar . Não entendiam que aquilo era para ser uma aula. O que fazer?

Outro problema: não sei porque os professores são designados para a mesma série, sempre. Deveria existir um rodízio de series e de professores. O professor se acomoda numa série e não se interessa com o que acontece nas outras séries e nem para onde o seu aluno está indo. Isto pode mudar?

Vi professores se recusando a aprender algo, só porque não poderia aplicar aquele assunto diretamente na sua sala de aula.

Eu imagino um professor de primeira a quarta série, como tal, ou seja, conhecendo todo o assunto, e também como um educador, no sentido mais amplo.

Não foi o que vimos nas nossas aulas. Professor completamente fora da realidade!! O que fazer????

Outro problema: professores muito na defensiva, não admitem não saber algo e têm muito medo de serem avaliados. Não conseguem fazer uma atividade individual!!! Medo, insegurança, falta de conhecimento, nunca foram avaliados, falta de profissionalismo????

O que fazer? Alguns professores simplesmente não colocaram o seu nome na folha de avaliação!!!

Outro problema: falta de conhecimento………..o que fazer???

Conselhos: primeiro, dividir os professores em classe menores e ensinar Matemática.

Fazer os professores fazerem as provas que estão por ai: prova Brasil, OBMEP, Saresp Pisa, e etc. Verificar como eles se saem.

Exemplo: Apliquei as duas primeiras questões da OBMEP, para crianças de 10 a 11 anos na classe. Primeiro : não conseguiram fazê-las individualmente. Insisti muito mas não conseguiram. Acham tudo difícil e impossível de fazer.

Depois, um ponto muito importante. Muitos não sabem a diferença entre metro linear e metro quadrado.O problema pedia a quantidade de arame a comprar para cercar um galinheiro e muitos deram a resposta em metro quadrado.

Um outro problema que pedi que resolvessem era de estimar a área da Antártica, a partir de um mapa e de uma escala. Este é um problema que foi dado na prova PISA e que encontra (semelhante) no AM da quarta série. Somente alguns conseguiram fazer, uns poucos. O que fazer???

O que fazer?

Leia mais sobre o resultado PISA 2006 no blog da Renata ou no Jornal da Ciência. Read more at the PISA home page.

Nobel de Economia 2007: Planejamento de Algoritmos, Estratégias e Regras

O prêmio Nobel de Economia de 2007 foi dado a Leonid Hurwicz, Eric Maskin e Roger Myerson que estabeleceram a Mechanism Design Theory (MDT), isto é, eles fundaram as bases teóricas para o planejamento de algoritmos, estratégias ou regras de um procedimento (jogo) em que o resultado, otimizado ou maximizado, seja pré-estabelecido independente dos participantes (jogadores) ou da disputa.

Uma nota histórica. O prêmio Nobel estabelecido em 1895 pelo inventor da dinamite não contemplava economia nem matemática. Mas em 1968 a Kungliga Vetenskapsakademien (Real Academia Sueca de Ciências) criou o Prêmio Sveriges Riksbank em Ciências Econômicas em memória de Alfred Nobel. Pode parecer irônico que os três contemplados de 2007 sejam matemáticos, algo que não estava nos desejos de Alfred por razões passionais.

Um exemplo simples de aplicação da MDT é o seguinte. Você precisa dividir um bolo entre duas pessoas. O resultado que lhe interessa é que elas fiquem satisfeitas, ou mais honestamente, que nenhuma delas reclame para você. O procedimento para tanto é simples: Uma corta e a outra escolhe. Esta regra pode ser aplicada em várias disputas, por exemplo: Herança entre dois herdeiros, cartas inicias de um jogo de baralho, tarefas entre dois subalternos etc.

A MDT faz parte dos cursos de micro-economia e teoria dos jogos e tem muitas aplicações no sistema financeiro, em leilões, pregões, nos estudos de mudanças climáticas, em computação paralela e na internet.

Um outro exemplo muito legal envolve um leilão. Há quatro tipos de leilão:

  1. O Inglês é o tradicional, quem dá mais, quem dá mais até sobrar um que arremeta a peça.
  2. O Holandês é o oposto. Começa com um preço alto e vai abaixando até alguém bancar o valor.
  3. O da proposta selada. Todos os interessados escrevem e entregam suas propostas em envelopes fechados. Ao final, abrem-se os envelopes e a maior oferta arremata a peça e paga o valor proposto.
  4. O da segunda maior proposta. Igual tipo 3 acima exceto que o valor pago é o segundo maior valor proposto por outra pessoa.

auctionO tipo 4 acima valoriza a “honestidade” entre os participantes, pois se um comprador considera que a peça vale X não haveria vantagem nem desvantagem em propor um valor maior ou menor do que X, respectivamente, para arrematar a peça.

Para ser concreto, considere um bom carro em leilão. Um interessado Tiago avalia que o carro vale, para as condições dele, R$ 10 mil. Um concorrente André também está no leilão. Vamos analisar algumas possibilidades:

  • Tiago oferece R$ 20 mil e André oferece R$ 15 mil. Resultado: Tiago ganha o carro mas pagaria R$ 5 mil a mais do valia.
  • Tiago oferece R$ 5 mil e André oferece R$ 15 mil. Resultado: André ganha o carro e pagaria R$ 5 mil a menos do valia.

A proposta optimizada para Tiago é oferecer os R$ 10 mil que ele mesmo avalia correto.

couplesPara terminar vamos analisar a estratégia para casamentos estáveis. Vamos simplificar um pouco obviamente. Considere um grupo de 10 moças e 10 rapazes em uma ilha, prontos e interessados em se casar. O ancião da ilha, para evitar disputas e brigas animalescas estabelece a seguinte regra:

Cada rapaz atribui em sigilo uma única nota de 1 a 10 às moças. Igualmente, as moças atribuem notas aos rapazes. O ancião permite o primeiro rapaz a se oferecer a alguma moça. Inicialmente a moça vai aceitar o primeiro proponente. Mas ela tem o direito de trocar se aparecer alguém com nota superior. E assim, o ancião vai liberando todos os rapazes para as proposta. Se surgir um novo solteiro porque a moça teve proposta melhor ele volta pra fila e vai ter outra chance. Depois de algumas iterações a configuração de casais estabelecida é a melhor possível. E eles vão viver felizes até que a MDT os separe.

microeconomic theoryspace

No sistema financeiro a MDT é usada para evitar preços abusivos de monopólios, para privatizar estatais, para pregões de compras do governo etc. Na internet, a distribuição de tarefas entre servidores também se utiliza de algumas soluções demonstradas pela MDT.

Nem sempre conseguimos colocar alguns problemas em forma tratável pela MDT. Há várias estratégias para alguns problemas e há teoremas de impossibilidades para alguns resultados. Os estudos de incentivo, da assimetria de informações entre comprador e vendedor e a MDT são muito importantes para as finanças públicas responsáveis. O assunto é fascinante. Read more at Guardian Unlimeted.